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domingo, 23 de abril de 2017

Teologia da prosperidade mata mais que islã radica...

“Os muçulmanos radicais podem matar centenas de nós em atentados terroristas, mas esse tipo de cristianismo mata [espiritualmente] centenas de milhões de cristãos ao redor do mundo”,


Saeed Abedini denuncia que cristianismo focado na Teologia da Prosperidade causa muito mais danos à fé que a perseguição islâmica


O pastor Saeed Abedini, que passou mais de três anos presos no Irã por causa da sua fé, sendo torturado constantemente, de muitas maneiras se tornou um símbolo da igreja perseguida no Ocidente.
Após ser liberto, ele voltou a morar nos Estados Unidos, onde conduz um ministério voltado para denunciar a perseguição religiosa. Esta semana ele voltou a criticar os pregadores da prosperidade.
Usando as redes sociais, ele denunciou as igrejas que, segundo ele, são voltadas apenas para a performance de seus líderes. Argumentou ainda que esse tipo de cristianismo está causando muito mais danos à fé que o islamismo radical.
“A estrutura de muitos ministérios e igrejas é montada em torno de um palco para que os líderes se apresentem e nós temos que pagar o custo disso. Parece que os cristãos estão matando mais seus irmãos que o Islã”, disparou.
“Os muçulmanos radicais podem matar centenas de nós em atentados terroristas, mas esse tipo de cristianismo mata [espiritualmente] centenas de milhões de cristãos ao redor do mundo”, acrescentou.
Abedini escreveu ainda que o “Corpo de Cristo” tem dado ouvidos a muitos pregadores que estão envolvidos em “roubo, hipocrisia, adultério e anunciam o falso evangelho da prosperidade”.
Sem dar nomes, reiterou que esses “pregadores da prosperidade roubam o dinheiro da casa do Senhor”, e ainda chamam isso de “sucesso”. “Eles ficam com parte das doações para si, algo que ironicamente nem os fariseus dos tempos de Jesus faziam”.
O pastor iraniano acredita que “os cristãos de hoje não adoram a Deus como deveriam, porque são enganados por esse tipo de ensino moderno”.
Desde o início de abril, Abedini vem fazendo acusações contra diferentes pastores. Disse, inclusive, que algumas figuras conhecidas usaram sua história de perseguição para arrecadar fundos, mas não fizeram muito para ajudá-lo após sua libertação.
Com informações Christian Post via Gospel Prime



Vi no: .pointrhema

segunda-feira, 20 de março de 2017

Silas Malafaia promete desmascarar Paulo Júnior, se enrola e não responde nada

Silas Malafaia prometeu desmascarar Paulo Júnior, mas só conseguiu se enrolar mais em seus argumentos e deixar ainda mais claro o quanto é herege e despreparado.
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Silas Malafaia gastou mais de 18 minutos do seu programa de sábado (18) para dar uma resposta ao pastor Paulo Junior, líder da Igreja Aliança do Calvário, que em um vídeo publicado em seu canal “Em Defesa do Evangelho”, citou por nome o pastor da Igreja Assembléia de Deus Vitória em Cristo, denunciando-o por suas heresias (vídeos no final do post).
Malafaia usou o programa para reafirmar as referências de sua liderança e teologia e também, para não perder o costume, insultar a todos que discordam das suas falácias e criticam a sua Teologia da Prosperidade, chamando-os de crentes insubmissos, invejosos, caídos ou destruídos espiritualmente.
O resumo de tudo que ouvimos foi:

1) Silas Malafaia: “Quem era você quando eu já estava na TV, para falar de mim?” Ou seja, ao contrário do que Paulo aconselhou a Timóteo (1 Tm 4.12), Malafaia tenta dizer: “a tua mocidade [Paulo Jr.] não te legitima a falar nada contra os mais antigos”.
Como Silas é um exímio competidor nos debates, ele induz sempre o argumento Ad Hominen que depõe contra si mesmo. O problema é que as críticas ao Malafaia – e isso ele insiste em não querer perceber – é que não são críticas a ele próprio, mas o que ele prega! Portanto, não se trata de “falar mal dele”, mas sim reafirmar em alto e bom som que no Evangelho os fins não justificam os meios, portanto, o que você faz (pela família e pelo social) pode ser até admirável, mas a centralidade do que você prega, Silas Malafaia, Paulo chamaria de anátema (Gl 1.9).
2) Silas se indignou porque Paulo Júnior teria afirmado que a teologia de Myles Munroe é heresia. Ele retrucou com sua voz nervosa: “Dizer que um cara desse [sic] é herege? Vai lavar tua boca, cara. Eu não conheci até hoje ninguém que falasse com tanta autoridade e clareza sobre o Reino de Deus (…) Eu vou dizer aqui, o homem mais sábio que cruzou na minha vida até hoje foi Myles Munroe. Rapaz… você está mexendo com quem Deus chamou!”.
Bem, a grande questão é que não é apenas “alguma coisa” que o Myles prega de diferente, MAS a centralidade do Evangelho! Pense, se eu tiro as partes centrais do Evangelho e substituo por outra coisa, eu adultero o Evangelho; se eu acrescento (Gl 5.9) algo à obra perfeita de Cristo, eu tenho qualquer outra coisa e não Evangelho; como diria o Dr. J.I. Packer “uma meia verdade que se mascara como se fosse a verdade inteira torna-se uma mentira completa”. – “Mas… o que é que tem de tão grave na teologia do Myles?” Vou citar só duas coisas seríssimas:
a) O mesmo ensinou que Jesus nunca morreu, mas ‘expirou’, soltou o ar que estava nele”. Isso contraria frontalmente o centro do cristianismo e ignora o que apóstolo João diz em João 12:32-23 “Quando [eu] for levantado da Terra, todos atrairei a mim. E dizia isto, significando de que morte havia de morrer” e Paulo em 1 Coríntios 1:18 “A mensagem da morte de Cristo na cruz é loucura para os que estão se perdendo”.
b) Myles defendia claramente que a maior dificuldade para se evangelizar as pessoas hoje em dia é que os crentes insistem em falar sobre sangue, morte e cruz. Para ele a centralidade da mensagem deveria ser o Reino de Deus, lugar onde Deus quer que estejamos – isto é, fale para pessoas de um lugar de bem estar, riquezas, alegria… Ou seja, essas são as “boas novas”, o céu que Jesus anunciou e não a sua morte. Isso contradiz o que o apóstolo Paulo, responsável por grande parte do Novo Testamento, afirma em 1 Coríntios 2:2 “Pois decidi nada saber entre vocês, a não ser Jesus Cristo, e este, crucificado”. Tire mensagem da Cruz e não teremos mais Salvação e consequentemente Evangelho!
3) Silas também advogou a favor de seus gurus Murdock e Cerullo, e a sua argumentação foi a pior possível. Ele divulgou os livros dos supracitados, mostrando e lendo a capa de cada um deles, onde praticamente todos tinham temática sobre: riquezas, liderança, sucesso, batalha espiritual, vitória pessoal, e por aí vai…  Depois ele faz pergunta: “onde está a heresia?” Evidentemente, na pronta-resposta faríamos outra pergunta: “cadê o Evangelho?”.
4) Silas usou critérios pragmáticos para justificar o “não julgueis”. Ele deixou claro que a base de sua análise para saber se algum líder é de Deus ou não, não é o que o pastor ensina, isto é, não é a fidelidade a Palavra, MAS pelo sucesso quantitativo e financeiro de uma igreja. E nesse quesito Malafaia afirmou, nas entrelinhas, que não se deve chamar de herege alguém que tenha certo renome e uma amplitude ministerial. Isso denota algo totalmente oposto ao que as Escrituras Sagradas ensinam! Não havia “sucesso ministerial” para profetas como Ezequias e Jeremias; não havia “sucesso” nas adversidades financeiras, de saúde, nudez e prisões que nortearam a vida ministerial de Paulo (2 Co 11.24-29).
Não se julga um líder pela aceitação de diante dos homens, mas pela fidelidade a Palavra de Deus. Paulo bem sabia disso quando disse: “Porque, persuado eu agora a homens ou a Deus? ou procuro agradar a homens? Se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo” (Gálatas 1.10).
5) Silas ainda tentou fazer contorcionismo bíblico ao se utilizar da passagem de Marcos 9.38-40 onde Jesus afirma “quem não é por nós é contra nós”, simplesmente para que ninguém julgue a mensagem e o mensageiro. Ao dizer isso, Malafaia afirma – e ainda no fim do programa confirma – que, ele não julga heresias os ensinos de outros líderes neopentecostais porque os considera parte do mesmo corpo, e que apesar de “algumas diferenças”, eles têm sucesso ministerial evidenciando então que são de Deus!
Vamos a uma rápida ponderação a texto citado por ele:
Primeiro, o que Jesus está falando é que havia um homem que não fazia parte oficialmente do grupo dos doze, e que estava expelindo demônios em seu nome, e que portanto, Jesus ao perceber o orgulho dos seus discípulos não rejeitou a atitude daquele homem – isso deixa claro o princípio de que todos aqueles que se envolvem com a sua causa, devem ser graciosamente reconhecidos. Ou seja, o texto que Malafaia cita não tem como mensagem central “não jugueis líderes de sucesso” ou “a despeito das heresias que eles pregam, não digamos nada, pois Jesus não quer que julguemos”!
Diante disso tudo, o argumento mais fatal que desfaz esse discurso de Silas, é lembrarmo-nos do que Jesus disse a igreja de Éfeso. Aqueles irmãos não se juntavam com o falso ensino dos nicolaítas, nem tampouco queria companheirismo com eles, entretanto o que foi que Jesus disse diante disso? “Não julgueis o que ensinam?”, ou “não falem nada sobre eles, nem digam o nome deles?”, evidente que não. Veja as palavras claras e contundentes de Jesus: “tendes a teu favor que odeias as obras dos nicolaítas, as quais eu também odeio” (Ap 2.6). Cristo mesmo denunciou a falsa obra dos falsos mestres de Éfeso e deixou claro seu repúdio e seu ódio por suas falsas doutrinas!
6) Ainda tentou outro contorcionismo bíblico, quando citou Atos dos apóstolos (5. 38-39), onde é feito menção a uma argumentação de Gamaliel: “deixem estes homens em paz, soltem-nos. Se o propósito ou atividade deles for de origem humana fracassará; se proceder de Deus, vocês não serão capazes de impedi-los, pois se acharão lutando contra Deus”. Pois é, realmente se uma pessoa é cristã e vive não mais para satisfazer suas próprias vontades (Gálatas 2. 20), antes, busca primeiro as coisas do alto e procura pregar o Evangelho e promover o Reino de Deus, daí sim, enquadra-se em Atos 5 citado acima. Mas, se alguém vive baseado no Evangelho da prosperidade, da colheita financeira, das “riquezas prometidas”, então, ao contrário do que Malafaia diz, não é contra Deus que estamos lutando, mas contra um Falso Evangelho.
Por fim, o programa não teve nada de novo, apenas mais uma confirmação de que:
1) Silas continua fechado com o partido de Murdock e Cerullo.
2) Continua um homem autocentrado e baseado no seu esforço meritório.
3) Continua entendendo que sucesso diante de Deus significa sucesso ministerial e financeiro.
4) Continua usando a teoria do “não-julgueis” para ameaçar aqueles que criticam seus ideais



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Por Misael Antognoni
Redação Púlpito CristãoImagem: Filipe Machado

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Uma análise sobre o uso de verbas públicas nas “Marchas para Jesus”

“Cuidado com os falsos profetas. Eles vêm a vocês vestidos de peles de ovelhas, mas por dentro são lobos devoradores.” – Mateus 7:15
Há 2 dias saiu a notícia que deu origem a esse artigo: Marcha para Jesus não terá mais verba da Prefeitura, tratando da cidade de São José do Rio Preto (SP). Após lê-la, resolvemos destrinchar, mesmo que de forma superficial, o assunto. Assim, transcreveremos trechos da notícia em itálico para melhor compreensão.
A Prefeitura de Rio Preto negou o pedido da Igreja Renascer em Cristo, que queria R$ 314 mil para realização da Marcha para Jesus. Outros eventos religiosos, como a encenação da Paixão de Cristo, também não vão contar com dinheiro público neste ano. Em 2016, a marcha gospel reuniu cerca de 20 mil fiéis das mais variadas igrejas em uma passeata por ruas e avenidas que terminou no Recinto de Exposições.
O primeiro ponto a se discutir: o Estado é laico, ou seja, não toma partido por nenhuma religião. Mesmo com a maior parte da população brasileira se declarando cristã (em suas mais diversas vertentes), ainda assim o Estado é laico e precisa, por isso, agir com equidade frente a todos os credos religiosos, ou mesmo a falta deles.
Quando o Estado usa de verba pública para beneficiar este ou aquele credo religioso, está agindo contrariamente aos cidadãos que não professam essa fé, mas que mesmo assim percebem parte do dinheiro pago em impostos sendo direcionado para algo em que não concordam.
Além disso, fica a “dívida” da instituição religiosa frente ao político que lhe facilitou o recebimento da verba pública. Essa “dívida” terá que ser paga em algum momento, mas disso falaremos mais adiante.
A justificativa para não liberar o auxílio é que não há recursos suficientes para eventos particulares de qualquer religião. Além disso, a verba não está prevista no orçamento. “A Prefeitura não tem condições de patrocinar evento particular de qualquer religião. Os eventos religiosos são muitos na cidade. Se for financiar todos, não sobra dinheiro para as criancinhas que precisam, para creche, essas coisas”, afirmou o secretário de Governo, Jair Moretti, destacando o respeito pela religião.
Não é segredo para ninguém que vivemos uma crise sem precedentes, na qual vemos Estados ricos como Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul deixando de pagar o salário dos seus servidores. Em momentos como esse, é necessário cortar o máximo de gastos menos necessários para conseguir manter os serviços essenciais e as contas em dia. E não há dúvidas que é muito mais importante manter um hospital, uma creche, uma escola ao invés de investir numa “festa” estilo “Marcha para Jesus” ou “Carnaval”.
E aqui cabe um adendo. Para muitos, o Carnaval é uma festa cultural. Para nós, porém, é cultural (por fazer parte da cultura brasileira), mas também é religiosa. O feriado de Carnaval é previsto no calendário gregoriano, sendo os dias que antecedem o período da Quaresma (que prevê contrição até a chegada da Páscoa). E apesar de dito pagão, o Carnaval brasileiro é a apoteose das religiões de raiz afro, especialmente o Candomblé, que é uma religião amoral. Não à toa, a maioria das escolas de samba fazem homenagens abertas a deuses do Candomblé ou mesmo os citam em seus sambas-enredo.
Voltando, muitas prefeituras estão entendendo que não dá para patrocinar o Carnaval ou a Marcha para Jesus enquanto os servidores estão sem salário, os hospitais sem condições de funcionamento e as escolas fechadas por falta de estrutura. Algumas cidades cancelaram o Carnaval neste ano, e o mesmo está acontecendo em algumas Marchas para Jesus. No Rio de Janeiro não houve Marcha em 2016, pois o dinheiro que tinham – e o que não tinham – foi direcionado para as Olimpíadas.
Porém, nem todos têm esse entendimento. Na cidade de São Paulo, sede da maior Marcha para Jesus do Brasil, veja duas emendas ao orçamento da cidade enviadas pelo Vereador Abou Anni, ligado à Igreja Renascer em Cristo (cujo líder Apóstolo [?] Estevam Hernandes patenteou a marca “Marcha para Jesus”):
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Percebe a discrepância? Enquanto o político pede 800 mil reais para uma “festa” de um dia de um grupo religioso, solicita apenas cem mil para socorrer um hospital que cuida de pacientes de câncer, um hospital 100% SUS, cujas despesas devem ser absurdas.
Na época do Mais Médicos, cada médico cubano custava dez mil reais. Se não houve aumento de salários passados alguns anos, a verba solicitada pelo vereador cobre apenas o salário de um mês de 10 médicos. Só que esse hospital tem muito mais do que 10 médicos!!!
Já pensou se fosse o contrário? 800 mil em socorro a um hospital público que é referência e que recebe pacientes do Brasil inteiro, que vêm se tratar gratuitamente (até por não possuir bens)?
Que Cristianismo é esse das Marchas para Jesus patrocinadas com altas verbas públicas, em detrimento das necessidades das viúvas, órfãos e estrangeiros dos nossos tempos?
“São anos difíceis”, disse sobre a situação financeira. O que pode ser fornecido, segundo ele, é apoio, como a presença da Guarda Municipal no evento. Segundo Jair Moretti, é tradição disponibilizar o espaço para eventos, mas é preciso fazer a requisição com antecedência.
Nisso concordo plenamente. Quer fazer uma Marcha para Jesus? Então que o Poder Público possa colaborar com o necessário, ou seja, um espaço para o evento, ambulância para socorrer alguém que passe mal, policiais e agentes de trânsito para manter a segurança dos participantes, itens básicos e que não onerarão o Orçamento. Mais do que isso, é abuso.
Infelizmente, como os líderes das Marchas para Jesus são “abusados”, acabam extrapolando nos pedidos.
[…] Segundo Daniel [Rigoleto, Bispo da Renascer], a Marcha vai acontecer neste ano, mesmo sem o patrocínio da Prefeitura. “Vai depender de doações, de patrocínio, que agora a gente tem de ir atrás. A Prefeitura não bancava sozinha, mas dava toda a estrutura do evento, não só som, palco e luz, mas também cachê de banda, trios elétricos”, comentou.
Cachê de banda. Cachê de banda???
Sim. Nas Marchas para Jesus só quem vai adorar de graça é o público. Os “levitas”, os “adoradores”, na verdade os artistas gospel em nada se diferem dos artistas seculares. Por isso, “adoram” ser chamados para Marchas para Jesus: pois é a chance de embolsar um bom dinheirinho.
“Ah, mas a Bíblia diz que o trabalhador é digno do seu salário, blablablá!”
“Causou discussão em plenário da Câmara Municipal, na sessão de ontem, o recurso financeiro utilizado pela Prefeitura para custear um show durante a Marcha para Jesus, realizada na cidade no último sábado. O questionamento refere-se ao cachê pago à empresa Faz Chover Produções Artísticas Ltda, para apresentação do cantor gospel Fernandinho, que se apresentou na Praça Antonio Carlos. Conforme extrato do contrato, publicado no Atos do Governo, foi pago R$ 85 mil ao conjunto musical.” (fonte: Tribuna de Minas)
Bom, vejamos… Digamos que o Fernandinho “louvou a Deus” na tal Marcha por umas 2 horas (penso que até menos). E ele e sua banda, por “louvar a Deus”, recebeu 85 mil reais. Por 2 horas.
Pelo visto, é melhor ser “artista gospel” do que  morrer fazendo Mestrado e Doutorado para depois trabalhar 8 horas por dia!!!
“Ah, mas o Fernandinho e os outros artistas gospel têm gastos com a banda e a estrutura de palco!”
Não, eles não têm gastos com a banda e com a estrutura de palco. Eles têm a banda e a estrutura faraônica de palco como INVESTIMENTO. Quanto mais equipada a banda, quanto mais efeitos especiais no palco, mais bonito e chamativo fica o show e, consequentemente, mais pessoas vão PAGAR para ver o artista e COMPRAR seus cds.
Ou seja, estratégia de mercado, pura e simplesmente.
Um verdadeiro adorador não precisa dos últimos recursos tecnológicos e instrumentais para levar as pessoas a Cristo. Voz e violão bastam para se levar a Palavra às multidões. Como exemplo, abaixo o vídeo de um “cantor secular”, que tive a oportunidade de assistir pessoalmente e que até hoje vive de forma simples, levando sua música a quem o chamar (e sem cobrar 85 mil por isso):

Sim, o trabalhador é digno do seu salário. Mas louvor não é profissão. O Apóstolo (de verdade) Paulo tecia tendas para não ser pesado a ninguém, e olha que ele viajava muito mais e de forma muito mais demorada e difícil que uma Aline Barros ou um Thalles Roberto. Mas, ainda assim, trabalhava. O problema é que os líderes e artistas gospel não gostam de trabalhar, então buscam enriquecer com a desculpa de que estão fazendo a obra de Deus. Mas não conheço um único Apóstolo (de verdade) que ficou rico pregando na porta do Templo, ou mesmo algum Levita (de verdade) que enriqueceu com as ofertas do povo. Só os de mentira fazem isso, e sem qualquer pingo de vergonha na cara.
E tem também o gasto, nas Marchas, com aluguéis de trios-elétricos. O legal deles é que sempre estampam os líderes de suas denominações. Jesus Cristo passa longe dali – o que manda é o Ego. Mas é mais um gasto que tentam empurrar para o Erário, para ser pago com o meu e o seu dinheiro.
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Pagar cachês milionários a pseudo adoradores e a exposição dos líderes em grandes outdoors nos trios-elétricos. É para isso que em São Paulo, neste ano, serão direcionados 800 mil reais.
[…] O Diário lançou nesta sexta-feira, 27, uma enquete questionando os internautas se a Marcha para Jesus deveria receber verba da Prefeitura. Em duas horas foram 11.676 votos. Disseram “não” 10.042 pessoas e “sim” 1.634 internautas. Nesse tempo, 413 pessoas compartilharam a enquete. “Marcha, seja ela qual for, deve ser feita e financiada exclusivamente por quem está envolvido!”, opinou um internauta.
A reportagem deixa claro como a opinião pública vê a questão da liberação de verbas públicas para as Marchas para Jesus. Infelizmente, torna-se mais um ato que escandaliza o Evangelho. E de forma motivada por tudo o que já foi dito neste artigo.
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Fonte: 
http://www.otempojornal.com.br/site/religiao/item/98-polemicas-relacionadas-ao-custeio-da-marcha-para-jesus-nao-tira-brilho-do-evento
Lá no início citamos a questão da “dívida” entre os líderes das Marchas e os políticos que propiciam a liberação de verbas públicas. Em tempos de Lava-Jato, a situação se torna ainda mais grave.
O que normalmente ocorre é lideranças eclesiásticas beneficiadas por verbas públicas levando ao palco das Marchas os políticos “amigos”, sutilmente levando os fiéis a acreditarem que devem votar neles nas próximas eleições. No linguajar gospel, a expressão “vamos orar por eles”, quando endereçada a políticos, significa “vamos votar neles”. Para nós, isso não passa de uma forma nua e crua de barganha de verbas públicas em troca de votos, pois o número de evangélicos que participam desses eventos é bastante expressivo, tornando esses eventos gospel como ferramenta de campanha para muitos políticos e seus partidos.

Com certas igrejas apoiando políticos que, por sua vez, servem aos propósitos pessoais das lideranças eclesiásticas, forma-se uma relação indecente, ausente de ética, que não satisfaz as necessidades da população em geral. Se a despesa com a Marcha para Jesus está prevista no Orçamento ela é legal, mas ainda assim se torna imoral e antiética. Jesus nunca precisou da ajuda do Império Romano para pregar Suas Boas-Novas, ao contrário, seus ensinos batiam de frente com os valores predominantes. Porém, nos dias de hoje, queremos pregar um evangelho aceitável ao mundo, no qual um Eduardo Cunha da vida pode ser membro dizimista de uma igreja, sem que seja disciplinado por conta de seu poderio financeiro.
Precisamos de menos Marchas e de mais Jesus. E Ele se mostra ao mundo através da bondade, da justiça, do amor, da pregação da necessidade de arrependimento que todos nós, fiéis ou líderes, multidões ou artistas gospel, cidadãos ou políticos temos que ter. Todos pecamos e carecemos da misericórdia divina.
Que as igrejas sejam Sal e Luz nesse mundo, espelhando o Cristo que buscam pregar. Tudo nos é lícito, até utilizar verbas públicas previstas em Orçamento, mas nem tudo nos convém.
Voltemos ao Evangelho puro e simples,
O $how tem que parar!
A Deus toda a honra e toda a glória para sempre.
Links consultados:
fonte:
https://estrangeira.wordpress.com

sábado, 28 de janeiro de 2017

Eles não são mais a Universal:



No último dia 25 de janeiro ( feriado no município de São Paulo) ocorreu um protesto em frente ao Templo de Salomão -Igreja Universal, no bairro  do Brás em São Paulo,SP.

O protesto foi organizado via redes sociais e contou com cerca de 20 participantes, todos ex membros e alguns ex pastores e bispos da Universal.

"EU ERA CEGO, AGORA VEJO- EU NÃO SOU MAIS A UNIVERSAL" foi uma frase dita por dezenas de pessoas de todo Brasil e publicada no grupo do Facebook "Eu não sou mais a Universal"; tanto no facebook como num video do Youtube com milhares de visualização. A frase também foi estampada em camisetas e deu o pontapé no movimento.

No grupo pessoas que foram da Universal e conseguiram se libertar deste julgo agora querem mostrar aos demais os erros tanto teológicos, como morais da instituição; Pessoas que no passado participavam ativamente da igreja e eram exploradas através das ofertas, dízimos, envelopes, campanhas e principalmente a famosa "Fogueira Santa de Israel". Pessoas que  perceberam que a graça de Deus não se encaixa no esquema de sacrifícios ensinados por lá . Pessoas que foram  usadas para "arrecadar" dinheiro para igreja em nome de Deus e que viam a liderança se enriquecer às suas custas.

Percebi pelo que acompanho do grupo que se por um lados eles tem sede de justiça contra os desvios realizado pela alta cúpula da igreja, por outro eles sentem amor pelos que estão lá sendo explorados, assim como eles um dia foram.

O grupo também pede que o MP ( Ministério Público) investigue os desvios de dinheiro na Igreja, Uma faixa indagava com que dinheiro lideres da IURD compravam empresas e outros bens que estão em seus nomes.

Também percebi pelo que tenho observado no grupo e no video que assisti do protesto, o movimento conseguiu entregar sua mensagem e não  percebi no movimento nenhuma estratégia para  promover alguma outra igreja, o que é benéfico pois neste caso o movimento perderia um pouco sua abrangência  e talvez sua legitimidade.

Acredito que esta não será a unica vez que estou falando sobre este movimento que continuarei acompanhando e esterei orando a Deus para dar direção a cada um destes irmãos que estavam cegos e hoje vêem para possam enxergar cada vez mais a profundidade da Palavra de Deus.



sábado, 14 de janeiro de 2017

9o. Congresso Fogo de Avivamento para o Brasil: conheça os palestrantes


Evento que se realizará no próximo mes em São Paulo, Rio e Belo Horizonte. O nome poderia ser mudado para Congresso de fogo estranho e falso avivamento ou mesmo Congresso de fogo do inferno e avivamento satânico. Vamos conhecer um pouco dos "pregadores" ( neste artigo só um pouco mas em uma rápida  pesquisa na internet poderemos ver uma porção de outras heresias, maluquices e manipulações).
 O texto é do blog estrangeira.wordpress.com
 congresso-fogavivamento-para-o-brasilAssim como no Sambódromo todo carnaval tem desfile de escola de samba, agora também tem Congresso Fogo de Avivamento para o Brasil, nome pomposo da reunião de (im)pastores e artistas gospel para animar a folia dos evangélicos. E também tem, neste blog, todo ano um artigo destrinchando os palestrantes que lá irão, para que possamos ter discernimento, não absorvendo qualquer ensino sem antes passá-lo pelo crivo da Palavra de Deus.
Então vamos lá:
duque momoApóstolo (?) Agenor Duque
É o líder do congresso. E é o dono da Igreja Plenitude do Trono de Deus, com programas de rádio e televisão e em crescimento, com a abertura de novas congregações pelo Brasil. Veste-se com uma roupa que simula o “pano de saco” (e que custa R$ 70,00 na lojinha da igreja) por cima das suas roupas normais, e de uns tempos para cá deu de usar uma coroa gigante (daquelas de Rei Momo) e sentar num trono (ora, Jesus fez isso? Ou fez justamente o contrário, se despojando de Sua Majestade para habitar entre nós de forma humilde?).
Tempos atrás, saiu amaldiçoando seus inimigos, quando Cristo nos ensina justamente a amar e orar por eles. Usa de técnicas de hipnose aprendidas do seu mentor espiritual (im)Pastor Jerônimo Onofre da Silveira para simular milagres de esquecimento (Manassés) e de “põe demônio, tira demônio das mãos” (Miquéias). Essas apresentações causam grande furor na plateia, que sem qualquer discernimento acreditam vir de Deus, não de uma manipulação do inconsciente das pessoas mais suscetíveis.
Gosta de lançar profecias, mas nem sempre dão certo (provando não serem de Deus). Um exemplo de fracasso profético foi a profecia dada ao Marquinhos e sua esposa de que seu bebê sobreviveria.
Faz várias campanhas mirabolantes, com o fim de arrecadar cada vez mais dinheiro para o crescimento de sua igreja. Consequentemente, também melhorou bastante de vida, possuindo atualmente até jatinho e um Porsche. Para ele, a campanha Jeová-Jireh efetivamente funciona. Mas para os fiéis…
aa2Bispa (?) Ingrid Duque
Esposa do Apóstolo (?) Agenor Duque, já vendeu (ou melhor, trocou por boas ofertas) um tal de Kit de Beleza da Rainha Ester, provavelmente para tirar o demônio da feiúra da vida das fiéis. É a estrela do espetáculo “7 Mergulhos de Naamã“, uma campanha recorrente da igreja deles. E tempos atrás também sentou num trono, como seu esposo, mas para que os fiéis tocassem seus pés, deixando suas ofertas – isso ela deixa bem claro no vídeo. O tocar em seus pés daria alguma espécie de unção. Foi comparada à Nossa Senhora dos Evangélicos. Bênção (ou heresia?) pura!

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Benny Hinn
A grande estrela do Congresso é tido por alguns como um homem santo, cheio de unção, que derruba multidões com o poder do Espírito Santo e que traz mensagens diretamente Dele. Porém, como podemos conhecer se um profeta o é de verdade?
“E, se disseres no teu coração: Como conhecerei a palavra que o Senhor não falou?
Quando o profeta falar em nome do Senhor, e essa palavra não se cumprir, nem suceder assim; esta é palavra que o Senhor não falou; com soberba a falou aquele profeta; não tenhas temor dele.” – Deuteronômio 18:21-22
Pois bem, um falso profeta diz falsas profecias, correto? Eis algumas profecias de Benny Hinn:
– Fidel Castro morreria nos anos 90 e Cuba seria visitada por Deus;
– Deus destruiria com fogo a comunidade homossexual dos Estados Unidos até o ano de 1995;
– Jesus Cristo em pessoa, fisicamente, apareceria num dos cultos do Benny Hinn.
Sim, Benny Hinn profetizou essas coisas. Para não deixar dúvidas, vejam os vídeos a seguir (são bem curtos):

Só esclarecendo (pois não duvido de que alguém acredite que essas profecias se realizaram): Fidel apareceu publicamente em janeiro de 2014 e veio a falecer no final de novembro do ano passado. Ou seja, com certeza não morreu nos anos 90 e Cuba continua como dantes, pois não houve a tal visitação profetizada; a comunidade homossexual dos Estados Unidos continua livre, leve, solta e viva; Jesus Cristo negaria a Sua própria Palavra se resolvesse aparecer fisicamente no culto de algum pastor antes do tempo do Fim.
Fora essas profetadas todas, dignas de um falso profeta de grosso calibre, ainda temos todos os seus ensinos heréticos. Como a lista é grande, indico o estudo no site Sola Scriptura.
E fora as profetadas e os ensinos heréticos, Benny Hinn também nos premia com suas técnicas de manipulação do público, ávido por ser derrubado pelo “ungido do senhor”. No vídeo a seguir (também de curta duração) temos inicialmente nossa ida, há 3 anos, noutra edição desse mesmo congresso. Logo em seguida, vemos as técnicas que Benny Hinn utilizou para “derrubar no espírito” uma parte dos presentes no estádio.

Após assistir a esse vídeo diga para si, sinceramente: Deus precisa usar dessas estratégias para derrubar as pessoas? E por que Deus derrubaria as pessoas? Por que Deus faria tal espetáculo?
E falando em “derrubar”, o filho do Benny Hinn foi preso dias depois do pai fazer a ministração do vídeo. O por quê? Por ter agredido um deficiente auditivo, que cometeu o terrível pecado de tentar chegar perto do papai ungidão, na esperança de o abraçar e tentar, assim, obter algum milagre.
É para glorificar de pé, igreja!!!
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Dr. (?) Mike Murdock
Ele se autointitula “doutor”. No Brasil, ficou conhecido por sua amizade com Silas Malafaia e suas visitas ao programa do telepastor, onde prometia sempre 3 bênçãos para quem desse altas quantias em dinheiro. Em uma das vezes, o preço era R$ 1.000,00, e em troca o fiel receberia 3 bênçãos, entre as quais unção financeira e a salvação de toda a família. Sim, você leu certo: a salvação da família, para Mike Murdock, tinha um preço – e não era o preço do sacrifício de Cristo por nós.
Em outra aparição no programa do Malafaia, Mike Murdock disse que o livro que ele estava vendendo no momento tinha a resposta para todos os problemas. Em outro, que o segredo da properidade era obedecer total e irrestritamente às instruções que ele passava. E todas as instruções passavam, necessariamente, pela necessidade do fiel “doar voluntariamente” grandes quantias preestabelecidas (R$ 1.000,00, 10.000,00) e em troca 3 bênçãos (sempre 3, e dessas sempre 1 relacionada à aquisição de riquezas) se realizariam na vida do fiel.
Benny Hinn e Morris Cerullo também usam essa técnica de 3 bênçãos em troca de uma grande oferta do fiel. Para que mudar a técnica da Teologia da Prosperidade, se está funcionando perfeitamente?


(Im)Pastor Abílio Santana

Como todo pregador da diabólica Teologia da Prosperidade (que ensina o contrário do que Jesus e os Apóstolos de verdade pregavam), Abílio Santana também precisa inventar histórias, deturpando versículos e passagens bíblicas para fundamentar suas heresias. A mais conhecida foi aquela em que afirmou que Jesus Cristo era rico e que tinha uma “baita casa” de praia em Cafarnaum.
Porém, veja o que disse o próprio Jesus Cristo:
“E aconteceu que, indo eles pelo caminho, lhe disse um: Senhor, seguir-te-ei para onde quer que fores.
E disse-lhe Jesus: As raposas têm covis, e as aves do céu, ninhos, mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça.” – Lucas 9:57,58
E aí, quem está mentindo? Jesus, que era rico mas escondia isso das pessoas, ou esse tal (im)Pastor Abílio Santana que, para justificar sua vida de bonança às custas de gordas ofertas dos fiéis, falou uma heresia desse tamanho?


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Dá pra confiar num pregador que mente sobre a vida de Jesus Cristo?
b0cjptprbkc6nmd60ewtbf9mw(Im)Pastor Marco Feliciano
Esse pastor tupiniquim, hoje também Deputado Federal, também é da turma da Teologia da Prosperidade. Num vídeo muito triste, ele é visto cobrando a senha do cartão entregue por um fiel, afinal sem a senha o dinheiro não seria retirado e, consequentemente, o fiel não receberia a “bênção”. Logo em seguida, recebe uma oferta de R$ 1.000,00 de um cadeirante, e vai cobrando as ofertas dos demais, numa espécie de leilão financeiro gospel.

Em outro vídeo, Marco Feliciano diz que a prosperidade está no bolso ou na bolsa, e pede o que a pessoa tiver (jóias, cheques pré, cartão de crédito) para que possa conquistar as bênçãos divinas. Mas e quem não tem nada para ofertar? Que peça emprestado! Afinal, a Teologia da Prosperidade realmente funciona, pois prospera sobremaneira os líderes que a a adotam em seus ministérios.

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(Im)Pastor Yossef Akiva
Yossef Akiva é o nome de guerra gospel de mais um (im)pastor da Teologia da Prosperidade e, como fica claro pelo nome adotado, um idólatra das tradições judaicas (o nome real desse falso judeu natural do belíssimo Estado do Ceará é João Marcelo).
Yossef Akiva tem como característica principal seu empreendedorismo gospel com peças imitando objetos sagrados judaicos. Seu principal negócio é incentivar a idolatria à Arca da Aliança (que ele habilmente negocia, é claro!).
Durante seus cultos, esse (im)pastor (que tentou virar Deputado Federal por São Paulo em 2014, seguindo os pa$$o$ do Feliciano, mas não conseguiu) vende, ou melhor, troca por boas ofertas pequenas réplicas da Arca da Aliança, assim como outros pastores fazem o mesmo com rosa ungida, fronha ungida, sabonete ungido, etc.
Frases do Yossef Akiva retiradas do site O Grande Diálogo:
12“Agora a arca da aliança irá entrar, quando ela estiver entrando, vocês vão olhar para ela, se possível, tocar nela, e fazer um pedido, e Deus irá conceder o pedido que vocês fizerem.”
“Nesse momento eu estarei distribuindo réplicas da arca, vocês virão, só os que crêem, e irão pegar a arca com a mão direita. Levarão a arca para casa, deixarão de hoje até amanhã num lugar específico. E amanhã vocês devolverão a arca com uma oferta a Deus.”
“Eu tenho aqui réplicas de metal da arca. Quem trouxer a oferta de dez mil reais, vai ganhar de presente essa arca grande, quem trouxer a oferta de cinco mil, levará essa menor, e os que trouxerem a oferta de mil, essa outra pequena. […] e eu profetizo em nome de… (umas palavras em hebraico), que em no máximo três meses, sua vitória vai chegar.”
pastormarcospereira(Im)Pastor Marcos Pereira
Dono-Presidente da Assembleia de Deus dos Últimos Dias, uma igreja cheia de usos e costumes, onde as mulheres são levadas a se vestir quase com burcas cariocas (um saco cobrindo totalmente o corpo e mantendo descobertos apenas as mãos, o pescoço e a cabeça), enquanto aos homens é proporcionada a vaidade, podendo se vestir elegantemente com ternos e gravatas. Contraditoriamente, surgiram no passado denúncias de abuso sexual por parte desse (im)pastor, inclusive com a divulgação nos noticiários de conversas bastante picantes por telefone.
Assim como Benny Hinn e cia., é chegado num espetáculo gospel. Não bastando expulsar os demônios (como Jesus fazia), precisa apresentar o show, como por exemplo colocando presidiários em fila e os derrubando pelo poder do seu paletó ungido.  Isso traz grande impacto à plateia e muitos até aceitam mudar de vida, mas às custas do medo causado pela apresentação “mágica”. Esse medo do sobrenatural também garante a fidelidade dos seus fiéis.
maxresdefault(Im)Pastor Jorge Linhares
Adepto da Cura Interior e Libertação, prima-irmã da Teologia da Prosperidade, Jorge Linhares cultiva a amizade de gente como Silas Malafaia, sendo participante assíduo em seus congressos.
Gosta de maniqueísmo, como comprova o título de alguns dos seus livros: Bênção ou Maldição e Águia ou Galinha. O tema central é a “quebra de maldições hereditárias”. Sobre essa falsa doutrina, recomendo a leitura do artigo publicado no site Sola Scriptura.
A verdade é que a Igreja, durante 2.000 anos, nunca precisou de rituais de “cura interior e libertação” e de “quebra de maldições” para levar pessoas a Cristo. Porém, décadas atrás iniciaram-se esses modismos, primeiro nos círculos carismáticos católicos e posteriormente em certas igrejas evangélicas . A partir de então, quem os segue tem inconscientemente negado a Cristo, ao dizer que Ele não é suficiente, sendo necessário rituais de regressão gospel para que alguém seja liberto. Mas a Palavra diz: “Se o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” – João 8:36.
Além desses, haverá outros preletores e muitos artistas gospel, que animarão as multidões em busca de avivamento, mas que de lá sairão como antes, aguardando mais um ano para mais uma tentativa de serem avivados, conforme a promessa no nome do congresso.
Se quiser ir, vá. Mas seja como os bereianos, que diante do Apóstolo (de verdade) Paulo não se intimidaram, buscando nas Escrituras se tudo o que ele dizia realmente era verdadeiro. Os falsos profetas têm se aproveitado da boa-fé do povo, que acredita em tudo o que um suposto “ungido” diz, para lançar setas e deturpar a Palavra de Deus a seu favor.
Que Deus possa abrir os olhos do Seu povo.
Voltemos ao Evangelho puro e simples,
O $how tem que parar!


FONTE:
https://estrangeira.wordpress.com