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sábado, 13 de junho de 2026

O Verbo Vivo: MANIFESTO PELO RETORNO AO CRISTO: Um Clamor contra...

"Apascenta as minhas ovelhas." — Jesus (João 21:17) "Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador..." — Romanos 1:25 "Muitos me dirão naquele dia: ‘Senhor, Senhor, não profetizamos em teu nome? Em teu nome não expulsamos demônios e em teu nome não realizamos muitos milagres?’ Então eu lhes direi claramente: Nunca os conheci. Afastem-se de mim, vocês que praticam o mal!" — Jesus (Mateus 7:22-23) A Chamada É com profundo temor, tremor e tristeza que observamos e constatamos, ao longo dos anos, o estado atual das instituições que “carregam” o nome de Cristo e se dizem “igreja” — sejam elas históricas ou contemporâneas. Por suas práticas, condutas e devaneios, tais instituições têm causado inúmeros males, desentendimentos, confusões e escândalos sucessivos no meio evangélico e cristão. Diante disso, faz-se necessário distinguir entre aqueles que são de Cristo e os que apenas pensam que são. A diferença é enorme. Merece desaprovação e repúdio toda falsidade e engano perpetrados por aqueles que se autointitulam a voz de Deus para os homens, ou que afirmam ter recebido uma “revelação exclusiva” à qual todos devem obedecer sem questionar. Observa-se, com pesar, que a mensagem central nos púlpitos, altares, palcos, shows e mídias não é o verdadeiro ensino de Jesus. O Evangelho da graça, da cruz, da partilha e do amor radical e sacrificial foi sequestrado, usurpado e deturpado. Foi substituído por abusos de autoridade, pela mercantilização do sagrado e por um sincretismo obscuro, com práticas pagãs disfarçadas de piedade. Essas práticas moldam a mente e o coração daqueles que necessitam de resgate, salvação, libertação e cura, mas acabam por aliená-los em dinâmicas desedificantes. A Usurpação do Nome e os Abusos em Nome de Deus Devemos repudiar com veemência aqueles que pregam, agem e falam "em nome de Jesus ou de Deus" para exercer domínio, manipulação e opressão sobre a vida alheia, impondo obediência sob ameaças e visando ao lucro próprio. Saibam, vocês que praticam tais atos, que Deus nunca pediu que governassem ou julgassem em Seu nome. O Altíssimo jamais delegou procuração a “líderes” para que se tornassem senhores da consciência individual, ditadores do comportamento ou juízes do destino eterno de qualquer ser humano. Como diz a Escritura: “Ai dos pastores que destroem e dispersam as ovelhas do meu pasto, diz o Senhor...” — Jeremias 23:1 “Assim diz o Senhor Deus: Ai dos profetas loucos, que seguem o seu próprio espírito e que nada viram!... Viram vaidade e adivinhação mentirosa os que dizem: O Senhor disse; quando o Senhor não os enviou; e fazem que se espere o cumprimento da palavra... Porventura não tivestes visão de vaidade, e não falastes adivinhação mentirosa, quando dissestes: O Senhor diz, sendo que Eu tal não falei?” — Ezequiel 13:3,6-7 A única ordem explícita deixada pelo Criador e encarnada em Jesus foi para que, em resumo, amemos, acolhamos, sirvamos e cuidemos uns dos outros. Vocês que praticam tais enganos sabem muito bem disso. A grande distorção — e a maior das depravações — é utilizar o nome do Senhor para validar projetos pessoais, silenciar questionamentos legítimos e camuflar abusos espirituais, psicológicos, financeiros e sexuais. O Cristo que caminhou entre nós ensinou o desapego, a humildade, a busca pelo Reino de Deus e a Sua justiça, exortando-nos a amar uns aos outros seguindo o Seu próprio exemplo. Hoje, porém, o que se vê é a mercantilização do sagrado (e o sagrado é Cristo). Vemos o Evangelho do Sacrifício trocado pelo Evangelho do Consumo; a teologia da cruz substituída pela teologia do triunfo terreno; e o alívio do fardo prometido, trocado pelo fardo da culpa. Testemunhamos promessas vazias de prosperidade material e barganhas espirituais que em nada diferem dos antigos cultos pagãos. A Invasão das Práticas Pagãs e a Idolatria Introduzido por rituais e mentalidades que distorcem a simplicidade de Cristo, e sob o manto de "atos proféticos", "correntes de libertação" e "superstições institucionalizadas", o paganismo foi reintroduzido na igreja moderna, produzindo alienação em grande escala. Destacam-se: A idolatria de líderes: Homens e mulheres transformados em semideuses infalíveis, cujas palavras e atitudes não podem ser questionadas. Os amuletos espirituais: Objetos "ungidos" e rituais mágicos usados na tentativa de manipular a vontade de Deus. O foco obsessivo no mal: Uma fixação em forças malignas e maldições que ignora que o perfeito amor lança fora todo o medo, gerando uma mentalidade de pânico generalizado. Essas práticas não libertam; elas escravizam a consciência humana, desviando os olhos do Único que resgatou a humanidade por um preço altíssimo na cruz. As consequências desastrosas podem ser vistas pelos seus frutos. O resultado desse falso ensino é a alienação mental, uma vez que os fiéis são ensinados a não pensar, a não questionar e a terceirizar sua espiritualidade. Esse cenário gera sofrimento psíquico e o colapso da saúde mental dentro das comunidades, fruto de uma espiritualidade tóxica que pune a dúvida e adoece a alma. O mandamento de amar uns aos outros foi desintegrado. Em vez de comunidades de acolhimento, muitas igrejas tornaram-se arenas de julgamento, polarização, exclusão e ódio contra o diferente. O amor, que deveria ser a marca registrada dos discípulos de Cristo, foi substituído pela busca de poder político, social e por bens materiais. Querem ganhar o mundo, sem considerar a perda da própria alma. Clamor pelo Retorno ao Cristo Verdadeiro e ao Evangelho da Graça Para aqueles cujas existências foram transformadas e que reconhecem a urgência do retorno ao verdadeiro caminho que é Cristo, diante destes fatos, não há espaço para a omissão. Devemos orar antes de tudo e: Rejeitar toda e qualquer teologia que use o nome de Jesus para enriquecimento, manipulação psicológica, abusos e busca de poder temporal. Denunciar o sincretismo pagão que substitui a fé genuína e o arrependimento por rituais de barganha e misticismo vazio. Devemos dizer não aos falsos pastores, pois eles não representam aqueles que são de Cristo. Retornar às Escrituras, à simplicidade do evangelho e à centralidade da pessoa de Jesus Cristo, pura e simplesmente. A igreja institucional e os homens que a lideram precisam morrer para as suas vaidades, suas práticas hediondas, seus impérios, suas heresias, suas mentiras e a prática do engano, para que o Cristo Vivo possa, finalmente, ressurgir no meio dela. Voltemos ao Caminho. Voltemos à Verdade. Voltemos à Vida. Voltemos a Cristo. Por Mauricio P Carmo. VIA: https://overbovivo.blogspot.com/

segunda-feira, 25 de maio de 2026

A marcha contra Jesus

Ontem (23/05/26 RJ), mais uma vez, os evangélicos sequestraram Deus. E não o levaram para um cativeiro escondido. Levaram o Deus para marchar com eles pelas ruas do Rio de Janeiro. Evangélicos não costumam CAMINHAR COM; evangélicos costumam MARCHAR CONTRA, como faziam os hebreus, no Velho Testamento. O Deus evangélico não tem um corpo, não tem um rosto, não tem uma imagem. Então o carregaram num andor imaginário. Cantavam, dançavam e gritavam palavras de louvor para ele, sequestrado, aprisionado no andor, enquanto gritavam impropérios para os declarados inimigos. Na cabeça de um evangélico da marcha, ou se está com o Deus ou se é inimigo do Deus. E estar com o Deus não significa promover o bem, combater a fome, a desigualdade, a jornada grande de trabalho. Estar com o Deus significa concordar com tudo o que vem dos púlpitos, sem questionamentos; significa estar fechado com quem promove e facilita o armamento da população, a fome, a falta de assistência aos mais empobrecidos, sempre carregando uma Bíblia, fechada, e sempre repetindo um mesmo versículo, independente de contexto. Depois de marcharem, com o Deus sequestrado, pelas ruas do Rio, se concentraram na PASSARELA DO SAMBA, espaço que eles demonizam todos os anos. E ontem sim eles tinham razão: ali estavam os PIORES E MAIS PERVERSOS E MAIS MENTIROSOS E MAIS DIABÓLICOS DEMÔNIOS, das mais monstruosas POTESTADES desse país, e todos com direito à palavra, ao microfone; DEMÔNIOS PASTORES das mais perversas e mentirosas ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS RELIGIOSAS do Rio de Janeiro e de outros estados. E o Deus sequestrado, ali, ouvindo tudo, vendo tudo. O candidato RACHADINHO, que voltou para o Jesus, meses antes da eleição, que se batizou nas poluídas e imundas águas do Jordão, que deu pelinhos num evento evangélico, recente, possuído por um "negoço", não compareceu, mas o seu maior cabo eleitoral, REPRESENTANTE MAIOR SIM da comunidade evangélica do Rio de Janeiro e do país estava lá, com microfone, imunidade e impunidade pastoral, podendo mentir à vontade, podendo disseminar o ódio à vontade. E o malafa fez isso muito bem, inclusive apresentando Diogo Ruas, presidente miliciano da ALERJ, como um esteio moral da sociedade, candidato do povo do Deus ao governo do estado. E o Deus ali, sequestrado, amarrado, preso, em nome do Deus. E milhares de camisetas com a Palavra JESUS, não o Jesus dos evangelhos, evidentemente; o Jesus produto, marca, logo; o Jesus mercadológico; o Jesus que dá mais lucro que a caderneta de poupança, que qualquer investimento; o Jesus que escolhe a estrela que deve brilhar e as que devem ter seus brilhos roubados para alimentar as escolhidas. O Jesus estava nas camisetas; o Deus, pai do Jesus, estava sequestrado, sem nada poder fazer pelo filho mais uma vez. E os crentes dançavam, pulavam, pipocavam, xilamaicaiavam, e talvez até acreditassem que toda aquela marmota era para o Jesus ou para o Deus sequestrado, pai do Jesus, e não era, nunca foi; sempre foi para os DEMÔNIOS do palanque, com todo respeito aos demônios legítimos, pobrezinhos, seres inocentes e até bondosos diante dos demônios gospel de terno, de Bíblia na mão. Os judeus criaram um Deus. Os cristãos sequestraram o Deus. E ontem, o Deus sequestrado estava lá, na MARCHA CONTRA JESUS, no Rio de Janeiro. E o Jesus estava lá, mas só nas camisetas dos PERVERSOS e dos MANIPULADOS. Ninguém é INOCENTE na MARCHA CONTRA JESUS. Cada um tem o seu papel naquela marmota. Os Valadões, os Thales Roberto asquerosos do mundo gospel, os Hernanes, os malafas, todos os demônios que pastoreiam a si mesmos, o pastor comedor de carne com ouro e crítico do Bolsa Família, os anônimos e figurantes. O demônio cirandou, mais uma vez, na MARCHA CONTRA JESUS. Os pastores da marcha negaram o Jesus dos evangelhos mais de três vezes e o venderiam por 15 moedas, na promoção. O Deus sequestrado marchou pelas ruas do Rio de Janeiro, mais uma vez. E aos berros, os crentes gritaram, mais uma vez que "o Rio de Janeiro pertence ao Senhor Jesus", e por isso o estado tem sido abençoado com governadores presos; com a milícia no comando, disputando com o tráfico e a ALERJ; com o Complexo de Israel e seus TRAFICANTES DE JESUS. O Rio de Janeiro pertence ao Senhor Jesus das camisetas dos evangélicos. Estamos na vala. Isac Machado de Moura :VIA postagem no FACEBOOK

domingo, 19 de abril de 2026

"Voltemos ao evangelho puro e simples: o show tem que parar" +1

Coloquei a frase: A frase "Voltemos ao evangelho puro e simples: o show tem que parar" no google e tive o seguinte texto. A IA entendeu a mensagem enquanto muitos que leram não ocnseguiram entendar. 1ª pesquisa:..................................................................... A frase "Voltemos ao evangelho puro e simples: o show tem que parar" reflete um movimento de crítica interna no meio evangélico brasileiro, que clama por um retorno à essência da mensagem bíblica e a uma vida de fé mais autêntica. Essa expressão tornou-se um lema para muitos cristãos que buscam diferenciar a verdadeira fé cristã do espetáculo, emocionalismo e teologias focadas na prosperidade material. Pontos Centrais do Movimento Crítica à "Teologia do Show": O movimento denuncia o excesso de performance, o barulho e a busca por entretenimento em cultos que deveriam ser focados na presença genuína de Deus e no arrependimento. Oposição à Teologia da Prosperidade: Protestos usando essa frase frequentemente criticam a pregação de "fórmulas mágicas" e o foco no dinheiro, alegando que isso envergonha o evangelho de Cristo. Foco na Essência: O chamado é para voltar à simplicidade da cruz, ao perdão, à humildade, ao amor ao próximo e à obediência aos ensinamentos bíblicos, em vez de focar apenas em experiências emocionais. Denúncia da Incoerência: O movimento clama por ética e coerência entre o que é pregado e o que é vivido, apontando que muitas igrejas priorizam mais a performance do que a transformação de vida. Essa postura reflete uma busca por um cristianismo mais orgânico, focado no evangelho original, que valoriza o quebrantamento e a coerência com a fé professada. 2ª pesquisa:.................................................................... Essa frase ecoa um sentimento profundo de muitos que buscam uma espiritualidade mais autêntica e menos performática. O "show" a que você se refere geralmente descreve a espetacularização da fé, onde o entretenimento, o marketing e o carisma pessoal acabam atropelando a mensagem central. Voltar ao evangelho puro e simples geralmente significa focar em alguns pilares que se perderam no barulho: Cristocentrismo: Menos foco em líderes ou estruturas e mais na vida e ensinamentos de Jesus. Comunidade Real: Trocar o grande espetáculo de luzes pelo "partir do pão" e pelo cuidado mútuo no dia a dia. Serviço Desinteressado: Fé que se expressa em amor prático, longe das câmeras e da busca por visibilidade. A Bíblia sem Filtros: Ler o texto pelo que ele é, sem as camadas de teologias de autoajuda ou prosperidade que muitas vezes dominam os palcos. É um convite para o silêncio, para a mesa e para a verdade, onde a "audiência" dá lugar aos discípulos. Você sente que esse "show" está mais presente na liturgia das igrejas ou na forma como a fé é comunicada na internet? Visão geral criada por IA

quarta-feira, 8 de outubro de 2025

Quais eram as preferências políticas de Jesus?

 

Em uma análise das passagens do Evangelho se analisa a posição política de Jesus



Jesus foi acusado perante a autoridade romana de ter promovido uma revolta política (cf. Lc 23, 2). Na medida que deliberavam, o procurador Pilatos recebeu pressão para condená-lo à morte pelo seguinte motivo: "Se o soltas não és amigo do César! Todo aquele que se faz rei é inimigo do César!" (Jo 19, 12). Este é o motivo pelo qual no titulus crucis, onde estava indicado o motivo da condenação, estava escrito: "Jesus Nazareno, rei dos judeus".

Seus acusadores usaram como desculpa a pregação que Jesus realizara sobre o Reino de Deus: um reino de justiça, amor e paz, para apresentá-lo como um adversário político que poderia trazer problemas para Roma.

Mas Jesus não participou diretamente da política nem apoiou nenhum dos grupos ou tendências nas quais concentravam-se as opiniões e a ação política das pessoas que naqueles tempos viviam na Galileia ou Judeia.

Isto não significa que Jesus estivesse alheio a tudo o que era de relevo na vida social do seu tempo. De fato, sua dedicação aos pobres e os necessitados não passou inadvertida. Pregou a justiça e, sobretudo o amor ao próximo sem nenhum tipo de distinção.

Quando entrou em Jerusalém para participar na festa da Páscoa, a multidão aclamou gritando: "Hosana ó Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! ¡Hosana nas alturas!" (Mt 21,9).

Mas Jesus não respondia às expectativas políticas que o povo imaginava que teria o Messias: não era um líder guerreiro que tinha vindo para mudar com o uso das armas a situação em que se encontravam. Nem era uma mudança revolucionária que levasse ao levantamento contra o poder romano.

O messianismo de Jesus somente é compreendido à luz dos cânticos do Servo que sofre, profetizado por Isaías (Is 52,13-53,12); que se oferece à morte para a redenção de muitos. Foi assim que o compreenderam os primeiros cristãos ao refletir levados pelo Espírito Santo sobre o que aconteceu: "Cristo sofreu por vós, deixando-vos o exemplo a fim que sigais seus passos: ele não cometeu nenhum pecado, mentira nenhuma foi achada na sua boca; quando injuriado, não revidava; ao sofrer, não ameaçava, antes, punha a sua causa nas mãos daquele que julga com justiça. Sobre o madeiro levou os nossos pecados em seu próprio corpo, a fim de que mortos para os nossos pecados, vivêssemos para a justiça. Por suas feridas fostes curados, pois estáveis desgarrados como ovelhas, mas agora retornastes ao Pastor e guarda de vossas almas" (1 Pe 2,21-25).

Em algumas das biografias recentes de Jesus destacam, ao considerar sua atitude perante a política do momento, a variedade que existiu entre os homens que escolheu para serem seus Apóstolos. Costuma-se citar a Simão, chamado Zelote (cfr. Lc 6,15), que como indica seu apelido, deveria ser um nacionalista radical, empenhado na luta pela independência do povo frente aos romanos. Sobre Judas Iscariote, alguns especialistas das línguas da área afirmam que seu apelido iskariot seria a popular transcrição grega da palavra latina sicarius e ficou historicamente conhecido como simpatizante do grupo mais extremista e violento do nacionalismo judeu. Mateus trabalhava como coletor de impostos para a autoridade romana, "publicano", ou o que naquela época entendia-se como colaboracionista com o regime político. Outros nomes, como Filipe, definiam sua origem do mundo helenístico muito presente na Galileia.

Esses dados podem ter alguns detalhes discutíveis ou associar algum destes homens com posturas políticas que somente tomaram força depois de algumas décadas, mas assim mesmo são representativas do grupo dos Doze onde havia pessoas muito variadas, cada um deles com suas próprias opiniões e posição, que foram chamados a uma tarefa, a própria de Jesus, que transcendia sua filiação política e condição social.

BIBLIOGRAFIA

CASCIARO, José María. Jesucristo y la sociedad política (Palabra, Madrid, 1973) pp. 56-59.

GNILKA, J. Jesús de Nazaret, Herder, Barcelona 1993.

PUIG, A. Jesús. Una biografía, Destino, Barcelona 2005.

VARO, Francisco. Rabí Jesús de Nazaret, BAC, Madrid, 2005.


FONTE:    opusdei:   https://opusdei.org/pt-br/article/quais-eram-as-preferencias-politicas-de-jesus/


sexta-feira, 12 de setembro de 2025

LÍDERES EVANGÉLICOS E O ÓDIO POLÍTICO-PARTIDÁRIO



As reações foram diversas com o homicídio do ativista de direita Charlie Kirk. O que não surpreendeu foram algumas publicações de pastores e evangélicos sobre o ocorrido que, antes de qualquer investigação, prontamente declararam ser “coisa da esquerda”. Alimentando, mais uma vez, o ódio político-partidário entre os evangélicos. Vi um pastor, sugerindo que as igrejas deveriam “expulsar” todos que, de alguma forma, compartilham algum ponto de vista da esquerda.
Isso já aconteceu, em 2018 e 2022 quando membros foram expulsos de suas igrejas por optar por um candidato.
Antes do lamentável assassinato de Kirk, os EUA, só neste ano, acompanharam o assassinato da presidente da Câmara de Representantes de Minnesota, Melissa Hortman e seu marido. Eles eram democratas. Ainda este ano, o senador John Hoffman, também do partido Democrata, ficou ferido em um ataque a tiros.
Esses casos demonstram que os EUA caminham para uma “guerra civil” envolvendo partidos políticos e a disputa narrativa por pautas de ambos os partidos, Democrata e Republicano.
O Brasil não está muito diferente nesse cenário, assim como outros lugares do mundo.
O ex-policial penal Jorge Guaranho foi condenado a 20 anos de prisão por homicídio duplamente qualificado pela morte de Marcelo Arruda, em Foz do Iguaçu/PR. Ele assassinou Marcelo na sua festa de aniversário porque não gostou do tema da festa dele, que homenageava o Partido dos Trabalhadores.
Não é possível esquecer que um policial militar em Goiânia baleou um "irmão" durante o culto por causa de uma divergência política.
Recentemente, um homem foi internado no Distrito Federal por se envolver em uma briga dentro de uma igreja porque um deles, Edivan, pediu para interceder (orar) pela Palestina. Bastou isso para que outro homem o agredisse dentro do templo.
O deputado estadual e pastor Alcides Fernandes (PL-CE), pai do deputado federal André Fernandes (PL-CE), afirmou que não adiantava muito orar pela morte do presidente Lula. Afirmou: “Já orei foi muito, não dá certo”.
Quando a igreja e seus pastores selecionam casos que envolve ódio e violência tendo a política como combustível, está, na verdade, desconsiderando o Evangelho de Jesus e o papel da igreja em uma sociedade permeada por violências.
A igreja trabalha para cessar as hostilidades. A igreja segue aquilo que Jesus deixou no Sermão do Monte: “Bem-aventurados os pacificadores, pois serão chamados filhos de Deus” (Mateus 5,9).
A igreja tem no seu horizonte de atuação o ministério da reconciliação, como diria o apóstolo Paulo em 2Coríntios 5,18.
A igreja não se alimenta do ódio, do poder, da ganância, do ressentimento, do acúmulo, da vingança. Antes, é a comunidade que demonstra para o mundo a possibilidade de viver o projeto de Deus com a perspectiva do Evangelho que não tem qualquer parâmetro com nenhuma opção partidária.
Quando líderes evangélicos, embebidos por uma preferência ideológico-partidária, usam o púlpito e suas redes sociais para acusar e desqualificar pessoas, destilar ódio contra quem tem opção partidária distinta, está alimentando a violência. E com isso, está também declarando que não conhece o Evangelho do Pacificador e Reconciliador, Jesus de Nazaré!




FONTE:
(Pagina do facebook: https://www.facebook.com/alonso3134 )

MISP NAS RUAS - EXPO CRISTÃ 2025 - ENTREVISTA POLÍTICOS E CELEBRIDADES E...

Mistura de Evangelho com ideologias politicas? Mercantilização da fé? Agendas globais e igreja? Caminhos que Jesus não trilhou nem ensinou.  Fica ai a participação do Movimento Igreja sem Politica entrevistando politicos e celebridades "cristãs"  para refletirmos. 

 

 NOTA: O movimento Igreja sem politica não tem nenum envolvimento com o MEEB ( Movimento pela ética evangelica brasileira), mas tem um trabalho importante de denuncia,  neste momento vivido pela chamada igreja evangélica. por isso acha interessante a divulgação.




sexta-feira, 20 de junho de 2025

MISP NAS RUAS - MARCHA PARA JESUS 2025- MANIFESTAÇÃO E ENTREVISTA COM PA...

Ontem na tal marcha para "Jesus (Jesus????) o Movimento Igreja sem Politica (MISP) esteve lá se manifestando atraves de faixas e folhetos e entrevistando participantes da marcha. Não conheço o movimento a fundo, apenas acompanhei, via videos , algumas manifestações feita por eles (inclusive já postei aqui) mas concordo com a manifestação  e com o questionamento da mistura da fé com polica, de Jesus com o Estado. Vendo as entrevistas bate uma tristeza ao ver o nivel da fé de muitos e a facilidade com que são manipulados. Triste ver o nome de Jesus ( que inclusive da nome a marcha) sendo usado para interesses pessoais pessoais e financeiros de lideres e organizações, e pior,  atrelado a barganhas e interesses politicos. Deixo aqui meu apoio ao MISP pelo trabalho denunciando esta mistura.

  "Voltemos ao Evangelho Puro e Simples, 
      a Politica na igreja tem que parar".

Fonte: FACEBOOK  IGREJA SEM POLITICA:
(https://www.youtube.com/watch?v=_gyO59rBM-0&t=2309s)


Para conhecer melhor o movimento
 ACESSE O SITE E INSCREVA-SE
IGREJASEMPOLITICA.ORG









MARCHA PARA JESUS? Sério?



 Jesus jamais idealizou um cortejo triunfal em Seu nome, puxado por trios elétricos, nem uma multidão manipulada por interesses políticos e religiosos.

A verdadeira marcha com Jesus não precisa de palco, nem de palanque. Não se veste de moralismo nem se vende como produto de mercado.
Este ano, o que vimos em São Paulo foi um desfile de símbolos e contradições: o governador Tarcísio de Freitas subindo ao trio elétrico envolto numa bandeira de Israel, enquanto vendedores comercializavam o mesmo estandarte a R$100,00.
De Jesus, quase nada.
Muito de César.
Demais de Mamon.
Transformaram a marcha em vitrine eleitoral, em balcão de barganhas religiosas e em palanque ideológico. Trocaram o evangelho da cruz pela estética do poder. Confundiram apoio a Israel com fidelidade ao Reino de Deus.
Mas a verdadeira marcha com Jesus é feita fora dos holofotes.
É quando “levamos em nosso corpo o morrer de Cristo, para que a Sua vida se manifeste em nós” (2 Coríntios 4:10).
É quando servimos em silêncio, amamos sem holofotes e carregamos a cruz, não como adereço, mas como caminho.
Ser sal da terra é temperar, não salgar demais.
Ser luz do mundo é iluminar, não deslumbrar.
Jesus não nos convocou para dominar as avenidas, mas para transformar as esquinas esquecidas.
Não nos chamou para levantar bandeiras políticas, mas para encarnar o amor.
Enquanto marchamos para o palco, Ele ainda caminha entre os invisíveis.
Enquanto vendemos símbolos, Ele oferece graça de graça.
Enquanto nos aliamos ao poder, Ele segue lavando pés.