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sábado, 13 de junho de 2026

O Verbo Vivo: MANIFESTO PELO RETORNO AO CRISTO: Um Clamor contra...

"Apascenta as minhas ovelhas." — Jesus (João 21:17) "Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador..." — Romanos 1:25 "Muitos me dirão naquele dia: ‘Senhor, Senhor, não profetizamos em teu nome? Em teu nome não expulsamos demônios e em teu nome não realizamos muitos milagres?’ Então eu lhes direi claramente: Nunca os conheci. Afastem-se de mim, vocês que praticam o mal!" — Jesus (Mateus 7:22-23) A Chamada É com profundo temor, tremor e tristeza que observamos e constatamos, ao longo dos anos, o estado atual das instituições que “carregam” o nome de Cristo e se dizem “igreja” — sejam elas históricas ou contemporâneas. Por suas práticas, condutas e devaneios, tais instituições têm causado inúmeros males, desentendimentos, confusões e escândalos sucessivos no meio evangélico e cristão. Diante disso, faz-se necessário distinguir entre aqueles que são de Cristo e os que apenas pensam que são. A diferença é enorme. Merece desaprovação e repúdio toda falsidade e engano perpetrados por aqueles que se autointitulam a voz de Deus para os homens, ou que afirmam ter recebido uma “revelação exclusiva” à qual todos devem obedecer sem questionar. Observa-se, com pesar, que a mensagem central nos púlpitos, altares, palcos, shows e mídias não é o verdadeiro ensino de Jesus. O Evangelho da graça, da cruz, da partilha e do amor radical e sacrificial foi sequestrado, usurpado e deturpado. Foi substituído por abusos de autoridade, pela mercantilização do sagrado e por um sincretismo obscuro, com práticas pagãs disfarçadas de piedade. Essas práticas moldam a mente e o coração daqueles que necessitam de resgate, salvação, libertação e cura, mas acabam por aliená-los em dinâmicas desedificantes. A Usurpação do Nome e os Abusos em Nome de Deus Devemos repudiar com veemência aqueles que pregam, agem e falam "em nome de Jesus ou de Deus" para exercer domínio, manipulação e opressão sobre a vida alheia, impondo obediência sob ameaças e visando ao lucro próprio. Saibam, vocês que praticam tais atos, que Deus nunca pediu que governassem ou julgassem em Seu nome. O Altíssimo jamais delegou procuração a “líderes” para que se tornassem senhores da consciência individual, ditadores do comportamento ou juízes do destino eterno de qualquer ser humano. Como diz a Escritura: “Ai dos pastores que destroem e dispersam as ovelhas do meu pasto, diz o Senhor...” — Jeremias 23:1 “Assim diz o Senhor Deus: Ai dos profetas loucos, que seguem o seu próprio espírito e que nada viram!... Viram vaidade e adivinhação mentirosa os que dizem: O Senhor disse; quando o Senhor não os enviou; e fazem que se espere o cumprimento da palavra... Porventura não tivestes visão de vaidade, e não falastes adivinhação mentirosa, quando dissestes: O Senhor diz, sendo que Eu tal não falei?” — Ezequiel 13:3,6-7 A única ordem explícita deixada pelo Criador e encarnada em Jesus foi para que, em resumo, amemos, acolhamos, sirvamos e cuidemos uns dos outros. Vocês que praticam tais enganos sabem muito bem disso. A grande distorção — e a maior das depravações — é utilizar o nome do Senhor para validar projetos pessoais, silenciar questionamentos legítimos e camuflar abusos espirituais, psicológicos, financeiros e sexuais. O Cristo que caminhou entre nós ensinou o desapego, a humildade, a busca pelo Reino de Deus e a Sua justiça, exortando-nos a amar uns aos outros seguindo o Seu próprio exemplo. Hoje, porém, o que se vê é a mercantilização do sagrado (e o sagrado é Cristo). Vemos o Evangelho do Sacrifício trocado pelo Evangelho do Consumo; a teologia da cruz substituída pela teologia do triunfo terreno; e o alívio do fardo prometido, trocado pelo fardo da culpa. Testemunhamos promessas vazias de prosperidade material e barganhas espirituais que em nada diferem dos antigos cultos pagãos. A Invasão das Práticas Pagãs e a Idolatria Introduzido por rituais e mentalidades que distorcem a simplicidade de Cristo, e sob o manto de "atos proféticos", "correntes de libertação" e "superstições institucionalizadas", o paganismo foi reintroduzido na igreja moderna, produzindo alienação em grande escala. Destacam-se: A idolatria de líderes: Homens e mulheres transformados em semideuses infalíveis, cujas palavras e atitudes não podem ser questionadas. Os amuletos espirituais: Objetos "ungidos" e rituais mágicos usados na tentativa de manipular a vontade de Deus. O foco obsessivo no mal: Uma fixação em forças malignas e maldições que ignora que o perfeito amor lança fora todo o medo, gerando uma mentalidade de pânico generalizado. Essas práticas não libertam; elas escravizam a consciência humana, desviando os olhos do Único que resgatou a humanidade por um preço altíssimo na cruz. As consequências desastrosas podem ser vistas pelos seus frutos. O resultado desse falso ensino é a alienação mental, uma vez que os fiéis são ensinados a não pensar, a não questionar e a terceirizar sua espiritualidade. Esse cenário gera sofrimento psíquico e o colapso da saúde mental dentro das comunidades, fruto de uma espiritualidade tóxica que pune a dúvida e adoece a alma. O mandamento de amar uns aos outros foi desintegrado. Em vez de comunidades de acolhimento, muitas igrejas tornaram-se arenas de julgamento, polarização, exclusão e ódio contra o diferente. O amor, que deveria ser a marca registrada dos discípulos de Cristo, foi substituído pela busca de poder político, social e por bens materiais. Querem ganhar o mundo, sem considerar a perda da própria alma. Clamor pelo Retorno ao Cristo Verdadeiro e ao Evangelho da Graça Para aqueles cujas existências foram transformadas e que reconhecem a urgência do retorno ao verdadeiro caminho que é Cristo, diante destes fatos, não há espaço para a omissão. Devemos orar antes de tudo e: Rejeitar toda e qualquer teologia que use o nome de Jesus para enriquecimento, manipulação psicológica, abusos e busca de poder temporal. Denunciar o sincretismo pagão que substitui a fé genuína e o arrependimento por rituais de barganha e misticismo vazio. Devemos dizer não aos falsos pastores, pois eles não representam aqueles que são de Cristo. Retornar às Escrituras, à simplicidade do evangelho e à centralidade da pessoa de Jesus Cristo, pura e simplesmente. A igreja institucional e os homens que a lideram precisam morrer para as suas vaidades, suas práticas hediondas, seus impérios, suas heresias, suas mentiras e a prática do engano, para que o Cristo Vivo possa, finalmente, ressurgir no meio dela. Voltemos ao Caminho. Voltemos à Verdade. Voltemos à Vida. Voltemos a Cristo. Por Mauricio P Carmo. VIA: https://overbovivo.blogspot.com/

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